•06/08/2009 •
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Muito me alegra ver este estado de ânimos, confronto direto! Nada das habituais punhaladas nas sombras e tapetes puxados… e quiçá, distribuissem-se facas e adagas!
É realmente admirável a forma mendaz e habilidosíssima com a qual a velha raposa, a velha mestra nas artes democráticas, escapuliu escorregadiamente do foco da cena política, não sem antes deixar, é claro, um de seus fiéis cangaceiros como anteparo .
Matéria:
http://noticias.terra.com.br/brasil/interna/0,,OI3910901-EI7896,00-Bateboca+PSDB+deve+entrar+com+representacao+contra+Renan.html
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•16/07/2009 •
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Um estado deve sempre procurar ser o mais eficiente em atingir as suas finalidades. É isto o que faz um estado melhor e outro pior, isto dito do ponto de vista estritamente político. Mas quais seriam então estas tais finalidades? Bem… isso já seria do domínio da ética, ou moral, se preferirem, e portanto outra discussão. Mas do ponto de vista político o melhor estado é aquele que realiza melhor, mais rápido e de maneira mais econômica, isto é, mais eficientemente, aquilo que pretende realizar: sua finalidade, seu fim, seu projeto. Ele é um instrumento prático. Tudo isso dito não é nada muito diferente das geniais obviedades obtidas por Nicolò Machiavelli – aliás, estas justamente geniais pois, como muitas outras genialidades, são obviedades nunca antes pensadas e comunicadas/registradas por ninguém – e que nas minhas linhas, é claro, já não são lá tão geniais..
E o Estado brasileiro? Bem, por mais que propagandas, sorrisos forçados em outdoores, comícios e programas de televisão tentem nos convencer de que é tudo para o nosso próprio bem… É muito óvio o embuste: O Estado brasileiro é o estado mais caro do mundo, desnecessário comentar a qualidade e eficiência dos seus serviços, todos conhecemos, e sua classe política são os que enriquecem mais e mais rápido!? Por mais que digam que todos eles adoram criancinhas e idosos e o povo, e que construíram viadutos, creches e hospitais, os fatos são pungentes: somente o néscio não vê à quais finalidades realmente se propõem estes senhores. E em sua finalidade, os nossos são verdadeiramente imbatíveis!
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Tags: Brasil, Corrupção, Estado, Mesquinhez, Pobreza de Espírito, Política
•16/07/2009 •
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Lembrem-se desta palavra Senhores: CORPORATIVISMO. Os amigos vão sempre proteger os amigos, não é mesmo? Para quê demitir nosso lucrativo amigo do peito e companheiro de “militância”? Respeito pelo “povo brasileiro”? Mas quem são esses mesmo? Ahh… claro, aquelas ovelhas mansas que trabalham para nós! Não, nunca demitiríamos, apenas se em razão de um intere$$e maior, é claro, quando passaríamos então a sermos inimigos, ou mais democraticamente falando, “adversários”. E assim vamos todos nós, lépidos, galgando os degraus da sociedade.
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Tags: Corporativismo, Mesquinhez, Pobreza de Espírito
•16/07/2009 •
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O Espírito filosófico é o mais escasso dentre as afecções humanas. A arte, pela sua característica intrínseca de ser facilmente banalizavel, acaba por se permitir ser conclamada por um número demasiado vasto de “artistas”. A filosofia, por sua vez, não: suas fortalezas conceituais à protegem de uma deturpação em tal escala, de tal “popularização”. No entanto, essa mesma fortaleza que a enobrece curiosamente acaba por também condená-la ao ostracismo.
Mas, talvez se considerarmos apenas aqueles dentre nós que poderíamos verdadeiramente chamar de Artistas, muito provavelmente tantos sejam estes quantos seriam os Filósofos.
Da mesma forma que são os valores de um homem que orientam suas ações, é a cultura o que condiciona o ser e o agir de um povo. Nosso problema não é político, nenhuma “eleição” pode nos salvar de nós mesmos. Nosso problema talvez seja o desgosto de nossa cultura pelo ato de refletir… e que é precisamente a “essência” do próprio filosofar.
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Tags: Modernidade, Pós-modernidade, Sociedade
•01/07/2009 •
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É realmente inacreditável em que se tornou esta ‘respeitosíssima’ casa da ‘democracia’: diretores depostos, presidentes repostos, e a cada novo mandato um bom novo escândalo, é claro, para que jamais se percam de vista os ‘bons costumes’, e para que então novos cargos trocados novamente redundem em belas e novas indignidades à céu aberto… até ao ponto em que, ao invés de ‘legislar’, sua função e atividade passa a ser ‘acusarem-se’, ‘apurarem-se’ e ‘defenderem-se’ sempre mutuamente entre si… Puxarem-se os tapetes, nisso sim são bons maestros, estas velhas senhoras, rainhas nesta arte de dissimular…
(first post ever – thanks pretty thá)
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Tags: Política